Veja 4 Casos Clínicos que ilustram como a classificação de risco pode ser o “input” para definição de fluxos hospitalares.
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A superlotação também pode ter impactos na carreira do enfermeiro, já que essas condições podem desmotivar e desgastar os profissionais, levando a uma maior rotatividade de funcionários e dificuldades na retenção de talentos. Por outro lado, medidas que ajudam a reduzir a superlotação, como a prevenção de doenças e o fortalecimento da atenção primária à saúde, podem melhorar a qualidade do atendimento, reduzir a sobrecarga de trabalho e oferecer melhores condições de trabalho para os profissionais da área.
Para acelerar a carreira do enfermeiro e garantir um atendimento de qualidade para os pacientes, é fundamental investir em soluções integradas que visem a redução da superlotação e a melhoria das condições de trabalho nos serviços de saúde. Isso envolve a gestão eficiente dos serviços de saúde, com planejamento e monitoramento constante da demanda, oferta e qualidade do atendimento, avaliação e melhoria contínua de processos e atividades. E, em alguns casos, pode envolver até investimentos em infraestrutura, equipamentos e recursos humanos, além de políticas públicas que visem a redução da demanda e a promoção da saúde.
Portanto, é necessário que os profissionais de saúde assumam a responsabilidade pela qualidade e transformação do serviço, se capacitem e se organizem para implementar melhorias contínuas. Também é necessário que as autoridades de saúde e a sociedade em geral reconheçam a gravidade da superlotação nos serviços de saúde e se unam para implementar medidas que visem a melhoria das condições de trabalho e do atendimento prestado aos pacientes. Somente assim será possível garantir um atendimento de qualidade para todos os pacientes que necessitam de cuidados urgentes e proporcionar uma carreira mais valorizada e satisfatória para os enfermeiros.
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Confira os depoimentos de ex-alunas que realizaram o curso e que tiveram suas carreiras impulsionadas com essa capacitação:
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Os médicos e enfermeiros, tanto gestores como assistenciais, como profissionais diretamente envolvidos no atendimento aos pacientes, têm uma responsabilidade significativa na garantia da qualidade dos serviços de saúde. Antigamente atribuia-se um protagonismo na responsabilidade pela qualidade aos gestores do serviço. Essa visão já é desatualizada, sendo entendido que a responsabilidade deve ser compartilhada entre os diferentes atores, sem protagonistas e coadjuvantes. Cada profissional tem o seu papel específico, que não pode deixar de ser realizado. É essencial que os profissionais estejam sempre atualizados sobre as melhores práticas e evidências científicas, além de comprometidos com a ética profissional e os direitos dos pacientes. Uma boa comunicação com os pacientes também é fundamental para entender suas necessidades e expectativas, o que pode contribuir para melhorar continuamente a qualidade do atendimento.
Um estudo publicado em 2019 no Australian College of Nursing destacou a importância da capacitação dos profissionais de saúde na garantia da qualidade dos serviços de saúde. O estudo mostrou que a educação continuada e o treinamento são fundamentais para manter os profissionais de saúde atualizados em relação às melhores práticas e tecnologias, o que pode melhorar a qualidade do atendimento prestado aos pacientes.
As instituições de saúde têm o papel de implementar políticas e procedimentos que visem à segurança e à efetividade dos tratamentos, garantindo que os profissionais de saúde tenham as condições adequadas para prestar um atendimento de qualidade.
Algumas ações que a instituição pode tomar para garantir a qualidade dos serviços, são: estabelecimento de políticas e procedimentos, a promoção da cultura de segurança, o investimento em tecnologia e a capacitação dos profissionais de saúde. O estudo publicado em 2020 no Systematic Reviews analisa a influência desses fatores organizacionais na garantia da qualidade dos serviços de saúde.
O papel do paciente é fundamental na garantia da qualidade dos serviços de saúde. O estudo “Patient participation in patient safety-An exploration of promoting factors” publicado em 2020, destaca a importância do paciente como um colaborador ativo na segurança do cuidado de saúde. É ressaltado que a participação do paciente na identificação e prevenção de erros pode melhorar significativamente a qualidade dos serviços de saúde.
Dessa forma, é essencial que os profissionais de saúde incentivem e valorizem a participação do paciente no processo de cuidado, criando um ambiente de diálogo aberto e encorajando a comunicação efetiva. Além disso, o paciente também deve estar ciente de seus direitos e responsabilidades, e estar disposto a colaborar em conjunto com os profissionais de saúde.
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Referências
Oldland, Elizabeth, et al. “A framework of nurses’ responsibilities for quality healthcare — Exploration of content validity.” Australian College of Nursing, 2019, https://doi.org/10.1016/j.colegn.2019.07.007.
Coles, E., Anderson, J., Maxwell, M. et al. The influence of contextual factors on healthcare quality improvement initiatives: a realist review. Syst Rev 9, 94 (2020). https://doi.org/10.1186/s13643-020-01344-3
Sahlström M, Partanen P, Azimirad M, Selander T, Turunen H. Patient participation in patient safety-An exploration of promoting factors. J Nurs Manag. 2019 Jan;27(1):84-92. doi: 10.1111/jonm.12651. Epub 2018 Aug 20. PMID: 30129073. DOI: 10.1111/jonm.12651

O Triple Aim é um modelo desenvolvido pelo IHI – Institute for Healthcare Improvement, que determina 3 objetivos simultâneos, a saber:
Esse modelo visa melhoria que objetiva aprimorar a qualidade do atendimento, reduzir os custos e fomentar a melhoria da saúde pública. A gestão eficiente do fluxo de pacientes é um componente-chave deste modelo, visto que pode contribuir para a melhoria da qualidade do atendimento, a redução dos custos operacionais e a melhoria da saúde populacional.
Conforme um estudo publicado no Journal of Hospital Administration, a gestão eficiente do fluxo de pacientes pode melhorar a eficiência do atendimento e diminuir os tempos de espera. Esse estudo evidenciou que a implementação de um sistema de triagem baseado no Protocolo de Manchester, que classifica os pacientes por nível de risco e prioridade de atendimento, resultou em uma redução significativa do tempo de espera e em um aumento da satisfação dos pacientes.
Além disso, a gestão eficiente do fluxo de pacientes também pode contribuir para a diminuição dos custos operacionais dos hospitais. Um estudo publicado no Journal of Healthcare Management demonstrou que a melhoria do fluxo de pacientes pode resultar em uma redução dos custos operacionais dos hospitais, especialmente em áreas como emergência e cuidados críticos.
Para a implementação de uma gestão eficiente do fluxo de pacientes, é necessário um sistema de triagem bem estruturado e organizado. O Protocolo de Manchester é uma das opções disponíveis para classificar os pacientes e encaminhá-los para o tratamento necessário. Por meio desse sistema, é possível aumentar a eficiência do atendimento, reduzir os tempos de espera e melhorar a satisfação dos pacientes.
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Referências
Dyas SR, Greenfield E, Messimer S, Thotakura S, Gholston S, Doughty T, Hays M, Ivey R, Spalding J, Phillips R. Process-Improvement Cost Model for the Emergency Department. J Healthc Manag. 2015 Nov-Dec;60(6):442-57. PMID: 26720989. https://journals.lww.com/jhmonline/Abstract/2015/11000/Process_Improvement_Cost_Model_for_the_Emergency.11.aspx.
Downey, La Vonne A., et al. “Patients’, nurses’ and physicians’ perception of delays in emergency department care.” Journal of Hospital Administration, 24 04 201, https://doi.org/10.5430/jha.v2n4p25.
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Essa visão questionadora busca confrontar a visão conformista, o famoso “isso sempre foi feito assim”. Ao se questionar premissas, abre-se espaço para discussões e para diversas avaliações. Pode ser que a atividade seja um desperdício total ou parcial. Pode ser que não agrega o valor que se espera. Pode ser que o efeito desejado poderia ser obtido por outra ação, com menor esforço ou maior efetividade. Todas essas possibilidades de melhoria ficam escondidas quando não está presente essa visão crítica e questionadora.
Ter uma visão de gestor enseja uma série de benefícios para todos os profissionais. É um grande erro acreditar que apenas os profissionais que almejam ou já se encontram em cargos de liderança e gestão devem possuí-la. A Visão de Gestor é fundamental para o desenvolvimento da qualidade, segurança e eficácia do trabalho. É, portanto, responsabilidade de todos nas organizações, não apenas dos gestores.
Nesse sentido, desenvolver uma visão de gestor é imprescindível a todos os funcionários comprometidos e que entendem seu papel na garantia da qualidade do atendimento, bem como aos que querem se aprimorar e acelerar suas carreiras.
Há, portanto, diversos benefícios em desenvolver a visão de gestor:
A visão gerencial não é uma competência específica e pontual que se adquire. É uma questão de POSTURA e de assumir RESPONSABILIDADE pelo trabalho desenvolvido. De qualquer forma, existem competências que podem ajudar bastante no desenvolvimento da visão de gestor. Algumas delas são:
Em qualquer área de atuação o desenvolvimento das habilidades socioemocionais é fundamental. A expressão “contrata-se pela competência técnica e demite-se pela comportamental” expõe a importância de não focar apenas nas habilidades técnicas.
Para começar a aprimorar essas habilidades, o primeiro passo é refletir, mudar a visão de mundo e valores. Atualmente, existem livros e cursos que ajudam nesse processo de aprendizagem. Logo, colocando em prática no dia a dia esse conhecimento, a maneira de agir frente a situações adversas é melhorada e, consequentemente, tal prática auxilia no desenvolvimento das outras habilidades como comunicação e empatia.
O desenvolvimento da comunicação se faz necessário no trabalho em equipe e no atendimento ao paciente. Uma boa comunicação fortalece relações interpessoais entre os colaboradores e proporciona uma melhor qualidade no desempenho das funções. A falta dela, por outro lado, pode acarretar falhas nos processos.
Uma boa comunicação entre o profissional e o paciente ajuda a garantir a qualidade da experiência do paciente na instituição. A clareza ao passar as informações e a empatia durante uma explicação de como irá funcionar o exame, por exemplo, faz toda a diferença.
Um dos aspectos centrais da liderança é conseguir motivar as pessoas para que elas façam o que precisa ser feito. Isso não depende de vínculo hierárquico. Uma pessoa pode exercer papel de liderança mesmo sem ter nenhuma relação de subordinação com outras pessoas. Nesse sentido, a capacidade de liderança é uma habilidade comumente desenvolvida pelo profissional que trabalha segundo a missão e valores da instituição e busca soluções para a redução de erros ou aprimoramento dos processos internos.
O profissional deve ter também uma atitude proativa, trabalhando para conseguir antecipar possíveis problemas e evitá-los. Para isso, ter a visão sistêmica da organização é fundamental, acompanhar como os processos e funções estão sendo desenvolvidos.
Qualquer profissional já deve ter ouvido falar que “camarão que dorme a onda leva”! Portanto, estar sempre atualizado profissionalmente é crucial para acelerar a carreira e um meio ideal para manter a garantia da qualidade do atendimento.
Por fim, cabe destacar que investir em cursos livres e especializações valoriza o currículo e aumenta consideravelmente as chances de empregabilidade. Atividades extracurriculares como leituras, participações em congressos e outros programas da área têm a capacidade de agregar ao conhecimento técnico e aprimorar o currículo profissional. Assim, a responsabilidade do crescimento da carreira é única e exclusivamente sua: incorpore no seu dia a dia a atualização para que você crie o seu futuro e não fique para trás.
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O artigo “Implantação do Sistema de Classificação de Risco Manchester em uma rede municipal de urgência”, publicado na revista Saúde em Debate (2019), apresenta e analisa a implantação do Sistema de Classificação de Risco de Manchester em uma rede municipal de urgência e emergência da região metropolitana de São Paulo, a maior do hemisfério Sul, e permite compreender como o aprimoramento do uso da classificação de risco, prevista em diversas políticas do Sistema Único de Saúde, pode se constituir em potente tecnologia aplicada à gestão do cuidado e dos serviços de urgência e emergência.
Leia o artigo na integra, acesse: https://doi.org/10.1590/0103-1104201912105
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